12 VINHOS URUGUAIOS PARA TRAZER NA MALA

 

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Nós, aqui do sul do Brasil, temos a vantagem de estarmos bem pertinho desse país de muitas belezas e sabores, o Uruguai. São menos de 500 Km de estrada entre Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul, até a fronteira do país vizinho. O Uruguai apresenta um panorama de forte evolução na qualidade de seus vinhos e com isso, os preços também têm ficado menos atraentes em alguns casos. Alguns dos vinhos dessa listagem são encontrados no mercado brasileiro, principalmente em lojas especializadas, mas, é claro, com preços bem mais altos devido aos altíssimos impostos de importação.

Nesse post damos dicas de vinhos tintos que não podem faltar na sua mala na volta de sua próxima viagem ao Uruguai. As pontuações são baseadas no Guia “Descorchados”, de Patrício Tápia.

 

  1. FAMIGLIA NECCHINI BLEND 2011 – 95 pontos R$ 380,00

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2. FAMILIA DEICAS PRELÚDIO 2009 – 94 pontos R$ 99,00

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3. ESTANCIA LA CRUZ  JANO 2013 – 94 pontos R$ 119,00

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4. VINEDOS DE LOS VIENTOS EOLO – 94 pontos R$ 60,00

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5. CARRAU YSERN TANNAT  2007 – 94 pontos R$ 90,00

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6. CARRAU AMAT  2011 – 94 pontos  R$ 2011 – R$ 160,00

CARRAU AMAT

7. CARRAU RESERVA TANNAT 2013 – 93 pontos – R$ 42,00

carrau reserva

8. PIZZORNO FAMILY ESTATES PRIMO 2011 – 93 pontos – R$ 165,00

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9. ALTO DE LA BALLENA CETUS 2012 – 93 pontos – R$160,00

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10. FAMILIA DEICAS ATLANTICO SUR RESERVE 2015 – 93 pontos – R$ 63,00

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11. VINA VARELA ZARRANZ GUIDAÍ DETÍ 2013 – 92 pontos – R$ 77,00

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12. DE LUCCA RESERVA FINCA ANTONELLA 2011 – 92 pontos – R$ 39,00

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Se vocês já provaram algum desses vinhos, deixem seus comentários.

Veja também:

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10 Vinhos Portugueses Premiados

10 Bons vinhos para trazer do Chile (com bom preço).

Até o próximo post.

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CONFRARIA do TASTEVIN – Mulheres e Homens irmanados na paixão pelo vinho. França II

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Em nossa viagem à Borgonha estivemos no “Clos Vougeot”, onde fica a sede dos “Chevaliers du Tastevin” (Confraria do Tastevin), a mais famosa confraria de vinhos do mundo, que foi fundada em  16 de novembro de 1934. Quase ao mesmo tempo, seus fundadores – os principais viticultores da Borgonha – compraram o Castelo Clos de Vougeot, um enorme palácio do século 12, para ser sua sede mundial.

Esta confraria é um clube super selecionado – e caro –  onde fazem parte reis, rainhas e príncipes, industriais, fazendeiros, banqueiros, políticos e artistas provenientes de muitos países. Todos irmanados por uma paixão comum: o vinho.

Nessa confraria, não basta dinheiro para participar, a pessoa deve ter princípios conforme se nota na seguinte frase:

“Não consagra um novo membro apenas pelo seu sucesso mundano. A Confraria aprecia o mérito e o talento, honrando o seu esforço pessoal, sua inteligência científica e seu amor pela França, o seu respeito e ações em prol dos valores humanos”. Para se tornar membro  é preciso redigir uma petição e ser apresentado por dois membros da confraria.

Em certas ocasiões do ano, membros da confraria se reúnem no castelo Clos de Vougeot, para degustações intermináveis e para almoços e jantares memoráveis.

A frase de São Bernardo, santo padroeiro da ordem, se tornou uma espécie de síntese do espírito do Tastevin: “Ninguém é bom se não desejar se tornar melhor”.

Nas fotos acima, o castelo “Clos de Vougeot”, uma coleção antiga de “tastevin” (recipiente côncavo, pequeno, geralmente de prata, que era utilizado para observar a cor e o brilho dos vinhos).

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Após a visita ao castelo “Clos de Vougeot”, nessa maravilhosa região, com aromas fantáticos e paisagens de cinema, iniciamos o nosso roteiro de visitas à vários produtores da região: Prosper Maufoux, Ropiteau, Moilhard – Grivot  e Domaine Bertagne. Provamos “in loco” o que é um verdadeiro “Pinot Noir” da Borgonha. Já havíamos percorrido parte desse trajeto de”bike” em nosso passeio em dias anteriores, conforme nosso post :

De bike na Borgonha – França (Parte I)

Resumidamente os vinhos da Borgonha possuem 4 classificações:  Regional: os “Bourgogne” mais comuns, Village: um nível acima dos regionais, o rótulo indica o nome da comuna, Premier Cru: A elite dos vinhos e Grand Cru: a elite das elites.  

Após cada degustação, aproveitamos para comprar uma ou duas garrafas para trazer para casa, sempre lembrando do peso que teríamos que carregar.

Até o próximo post.