Vínícolas da África do Sul: Franschhoek

Nossa mini-série de posts sobre vinícolas da África do Sul está quase chegando ao fim. Este é o penúltimo capítulo desta viagem impressionante sobre os surpreendentes vinhos sul-africanos, e, desta vez, vamos falar sobre a região de Franschhoek. A cidade fica a cerca de 50km da Cidade do Cabo, e significa “canto dos franceses” em africâner, devido à sua história no século XVII (as terras foram entregues aos franceses para o cultivo dos vinhos já naquela época).

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Mas vamos às vinícolas:

Anthonij Rupert Wyne

Esta é uma vinícola de propriedade do homem de negócios, Johann Ruppert, com produção em várias regiões da África do Sul. As instalações da vinícola na cidade de Franschhoek são luxuosas, com jardins e gramados amplos e muitas árvores.

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Fizemos a degustação de 4 vinhos por 90 rands por pessoa e 3 espumantes, por 60 rands por pessoa, acompanhados de azeitonas e queijos especiais. Não reservamos horário para a visita, mas recomendamos ligar ou agendar pelo site.

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Sugerimos a compra do Anthonij Ruppert Syrah por 520 rands.

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La Motte

A vinícola La Motte é muito charmosa, com belos jardins , arquitetura clássica, bela sala de degustações, loja de souvenires e restaurante.

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Degustamos 8 vinhos por, acredite se quiser, 15 REAIS (60 rands) por pessoa.

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Sugerimos comprar o Pierfneef Syrah Viognier ao preço de 260 rands.

Chamonix

Essa vinícola fazia parte do histórico estado dos Hugenotes ainda no século XVII. Possui um dos vinhedos com maior altitude de toda a região e instalações muito bonitas, contando com restaurante e hotel.

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Degustamos 5 vinhos por 60 rands por pessoa e recomendamos a compra do tinto Troika, com corte bordalês, por 340 rands.

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Essas foram as visitas em Franschhoek. No próximo post, as vinícolas de Parll!

Comente e compartilhe este post com mais pessoas que gostam de vinhos ou viajantes cujo próximo destino seja a África do Sul!

Conheça os outros capítulos desta mini-série:

Para saber mais sobre a viagem, clique aqui.

Vinícolas de Constantia, aqui.

Vinícolas de Stellenbosch, aqui e aqui.

20 vinhos tintos para trazer na mala, aqui.

Até o próximo post!

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Vinícolas da África do Sul: Stellenbosch (parte 2)

No post anterior,  falamos de três vinícolas da África do Sul que visitamos na nossa ida à cidade de StellenboschLongridge, Meerlust e Tokara nos encantaram e, neste post, você vai conhecer outras quatro bodegas que indicamos conhecer caso esteja por lá.

Delaire Graff 

Delaire Graff é uma vinícola com excelente estrutura, uma das mais luxuosas que já visitamos. O fato de haver dentro das instalações a preservação de um riacho (que passava pelo terreno antes da construção do prédio), já indica os cuidados com todos os detalhes. A água entra por um lado das instalações e sai pelo outro, de forma natural e sem qualquer intervenção da empresa.

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O atendimento é impecável, com funcionários muito bem treinados e uniformizados. Logo na entrada, é feito um passeio pelos vinhedos em um divertido carrinho de golf, com a companhia de um guia muito atencioso.

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Os vinhos nesta vinícola são, em geral, mais caros. A degustação também foi a de preço mais alto (mais ou menos R$ 100,00 por pessoa). Degustamos 5 vinhos ao todo, e o que mais nos chamou a atenção foi o Cabernet Sauvignon Reserva 2014. Não compramos nenhum, pois eram  muito caros.

Não é necessário marcar hora para a experiência na Delaire Graff.

Warwick Estate

Os prédios antigos e tradicionais holandeses não enganam a jovialidade que pulsa nesta vinícola.  O atendimento é bom, porém um pouco comercial.

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A degustação é realizada nos jardins, sob as árvores. Foram 7 vinhos degustados. Os que mais gostamos foram o Black Lady 2014, o Chardonnay barricado White Lady 2016 e o Trilogy 2014, assemblage de 3 uvas tintas (homenagem a 3 mulheres que administram a vinícola).

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Existe um grande jardim, onde os turistas são recebidos  para piqueniques harmonizados com a os vinhos da Warwick. Não é necessário hora marcada para visita e degustação, somente para os piqueniques. O espaço é children’s friendly, algo raro no meio do enoturismo. Crianças são bem-vindas, inclusive podendo tomar um divertido banho na fonte que fica  junto ao jardim.

Kleine Zalze

As instalações desta vinícola estão localizadas dentro de um condomínio fechado, com um hotel, um campo de golfe, área de eventos e restaurante. As residências ficam junto aos vinhedos, o que é curioso e um pouco confuso para quem chega ali pela primeira vez.

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Ainda que a área de degustação seja muito simples, fomos muito bem atendidos. Um espaço externo com um pergolado, algumas barricas e garrafas. A degustação conta com 9 vinhos, com atenção especial ao Shiraz Vineyard Selection 2015, que nos agradou muito. Compramos este vinho, que custou em torno de 150 rands (R$ 35,00).

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O restaurante fica numa área verde  muito bonita , por isso almoçamos ali, sob as árvores bem ao lado da área de degustação.

Jordan

Ainda que a vinícola tenha uma estrutura simples, as belezas naturais da Jordan ganham muitos pontos. Em dias de tempo bom, servem refeições ao ar livre, junto ao  lago. A chegada até a vinícola é bem complicada e quase nos perdemos, pois fica num emaranhado de estradinhas vicinais.

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Chegamos ao final da tarde e degustamos 3 vinhos por um valor de 220 rands . Há a opção de uma degustação de vinhos mais simples por 30 rands, porém, escolhemos provar os vinhos mais exclusivos e Tops de linha. O vinho chamado “Sofia” é um dos mais caros da África do Sul, custando 1350 rands a garrafa (cerca de 330 reais) e chamou a atenção por sua  grande qualidade. Também gostamos muito do Cobblers Hill, um belíssimo corte bordalês que custa 380 rands (cerca de 95 reais). O atendimento é excelente e não é necessário marcar horário para visitar.

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Gostaram do passeio? As vinícolas da África do Sul são realmente impressionantes com paisagens lindíssimas e muito bem preparadas para o turismo.

Até o próximo post!

As vinícolas de Stellenbosch (parte 1)

Conheça as vinícolas Sul Africanas da Região de Stellenbosch

Este post será dividido em duas partes pela variedade de vinícolas visitadas em Stellenbosch. Ainda na Cidade do Cabo, alugamos um carro para fazer esse tour pela região, que fica a 50km de distância. Stellenbosch é a segunda colônia europeia mais antiga da África do Sul e seus vales são a principal área de produção vinícola sul-africana. A rota do vinho é bastante conhecida, e foi para lá que nos dirigimos, um tanto atrapalhados com um carro de “mão inglesa”. No primeiro dia tivemos dificuldades para nos acostumar ao volante do lado direito, mas enfim, chegamos ao The Avenue Guest Lodge, uma pousadinha muito graciosa, bem decorada, em uma casa holandesa restaurada. Atendimento nota 10.

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Alguns dos vinhos degustados no passeio

Longridge, uma das vinícolas que visitamos, fica a 15 minutos do centro da cidade. Atendem somente a grupos com hora marcada, porém, por sorte, abriram uma exceção para nós. A vinícola tem mais de 175 anos, produz vinhos brancos, tintos e espumantes.. Serviram seis vinhos que degustamos na varanda junto a um belo jardim.

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A entrada da Longridge

Os vinhos são muito bons, compramos o tinto ultra-Premium “Ekliptika”, que custou cerca de 480 rands (R$110,00). O assemblage de corte bordalês (cabernet franc, merlot e cabernet sauvignon) tinha elevada acidez, muita fruta madura, agradável tostado e final com persistência longa. Um vinho para guardar por muitos anos. Ao final, ainda ganhamos um guia de vinhos de presente.

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Jardins de Longridge

Saindo de lá, fomos até a Meerlust, percorremos uma alameda de carvalhos e palmeiras intercaladas, cerca de 1km até chegar à sede da empresa. Situada em uma casa antiga, arquitetura clássica holandesa, a vinícola é emoldurada por um belo lago em um dos lados e os vinhedos do outro. Suas instalações são rústicas, já o atendimento nada tinha de rústico, todos os funcionários sabiam muito do que estavam falando.

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Meerlust e sua estrutura clássica

Provamos 5 vinhos que gostamos muito, particularmente o “Rubicon” (corte de Cabernet Sauvignon, Merlot e Cabernet Franc), que nos impressionou. Compramos duas garrafas para levar por 390 rands cada uma. 

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A entrada da Meerlust

À tardinha, chegamos a vinícola Tokara. A visita é de tirar o fôlego, fantástica! A estrutura é moderna, grandiosa, com uma grande sala de degustações com muito vidro, esculturas e tapeçarias. Degustamos ótimos vinhos com uma linda vista do pôr do sol sobre os vinhedos.

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Degustação da Tokara

O valor da degustação é de 50 rands, com cinco vinhos degustados. Contratamos o “tasting for share”, onde se divide a degustação entre o casal. Por fim, nos agradou muito o Sauvignon Blanc, o Sémillon e o pinotage desta vinícola. Compramos o Pinotage Limited Release que custou 315 rands.

No próximo post, falaremos sobre outras quatro vinícolas da região de Stellenbosch.

Dúvidas ou sugestões, comentem abaixo! Curtam nossa página do Facebook e fiquem por dentro dos próximos posts!

As Vinícolas de Constantia – África do Sul

Um ônibus que te leva para belas vinícolas

Entre outubro e novembro de 2017 visitamos a região de “Contantia” que fica apenas 17 km do centro da Cidade do Cabo. 

Constantia é um distrito da Cidade do Cabo que tem uma grande tradição na produção de vinhos, tendo atualmente 14 vinícolas. É muito fácil chegar até elas, visto que o turismo é muito organizado para tal tipo de visita. Com 180 rands (cerca de 45 reais), você compra o ingresso do “City Sightseeing Bus” (Red Bus), um ônibus turístico de 02 andares que faz o passeio chamado “Constantia Valley Wine Bus”. O trajeto abrange as 3 importantes vinícolas do distrito: Groot Constantia, Eagles Nest e Beau Constantia.

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Mapa do ônibus de Cape Town – O tour do vinho começa no número 21

Groot Constantia

Visitamos a linda vinícola com área verde, que fica a poucos quilômetros do mar. O
portal com estilo holandês e roseirais já marcava o estilo clássico da empresa (é a
mais antiga da África do Sul, fundada em 1685). A estrutura arquitetônica da vinícola é de construções antigas ao estilo holandês, respeitosamente preservadas. Primeiro, visita-se um museu sobre a história da vinícola. Depois, segue-se até a degustação.

O local de degustação é muito organizado, iluminado e amplo. Ao todo, foram 9 vinhos degustados pelo valor de 190 rands para duas pessoas (cerca de R$ 23,00 por pessoa) com a bela taça de presente.

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Vinhos de alta qualidade. Preços ótimos (mas ainda mais baratos no supermercado da Cidade do Cabo. Fica a dica!). Almoçamos no local, no restaurante de culinária
internacional da vinícola. A alimentação na África do Sul, como um todo, é muito
barata.

Posteriormente, faremos um post com os 10 vinhos tintos / brancos para se trazer na mala em uma viagem para a África do Sul. Com certeza a Groot Constantia estará representada.

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Eagles Nest

Esta foi a segunda vinícola visitada em Constantia. Pequena e não tão tradicional,
ganhou fama por seu Shiraz, considerado um dos melhores vinhos da África do Sul. O nome da vinícola foi inspirado pelas terras inclinadas onde as plantações são cultivadas, como verdadeiros ninhos de águia.

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A vinícola possui restaurante, mas como havíamos acabado de almoçar, não fomos
experimentar sua culinária. Seguimos diretamente até a pequena estrutura com
atendimento informal. O espaço era tão despojado que os cães dos proprietários
entravam e saíam enquanto fazíamos a degustação. Foram 5 vinhos degustados.

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Beau Constantia

Já na entrada, fomos recebidos com alegria pelo guarda, que falava português e arranhou diversas piadas. Beau Constantia tem um belo gramado e uma vista deslumbrante. Muito moderna e toda em vidro, os visitantes são recebidos em uma casa de dois andares. O banheiro também tem um grande janelão de vidro, o que achamos um pouco desconfortável (mesmo com a bela vista que se tinha).

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Degustamos 4 vinhos, o que custou 45 rands (cerca de 11 reais). Todos os atendentes usavam barbas, assim como todos os rótulos são ilustrados por homens com barba e letras desenhadas como se fossem cabelos. Daqueles detalhes conceituais que vinícolas modernas gostam. Degustamos os vinhos em um deck com uma vista espetacular em um belo entardecer.

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Gostou do post? No próximo post vamos falar sobre as vinícolas de Stelenbosch. Curtam nossa página no Facebook e fiquem por dentro.

 

Uma experiência enológica e cultural na África do Sul

Introdução a uma pequena série de posts sobre vinhos sul-africanos

Em 2017 resolvemos fazer um intercâmbio. Nosso objetivo era aprender inglês a fim de facilitar as viagens que queríamos fazer pelo mundo. Os países para se aprender inglês são diversos, porém, no nosso caso, precisava ser um país com cultura enológica. Era um dos pré-requisitos da viagem!

Depois de muita pesquisa, encontramos ótimas opções para estudar na África do Sul e, em outubro do mesmo ano, embarcamos para uma viagem de 30 dias. A Cidade do Cabo é cosmopolita, pulsa cultura, turismo e alegria. Muito preparada para receber turistas, a cidade tem 4 milhões de habitantes em uma estrutura mista de tradição holandesa em inglesa.

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Ficamos hospedados pelo Airbnb na Long Street, rua principal da cidade. O apartamento que alugamos ficava próximo ao Waterfront, uma área portuária totalmente renovada onde restaurantes, lojas e shoppings são o ponto de encontro de pessoas de todas as idades.

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Nossas aulas de inglês aconteciam de segunda à quinta-feira pela manhã. À tarde, aproveitávamos para conhecer os arredores. Com segurança, tranquilidade e organização, a cidade é muito simpática, limpa e repleta de atrações para diversos gostos. Na sexta-feira, o foco era visitar cidades mais distantes, de carro.

Obviamente, os vinhos são parte essencial do turismo da África do Sul. São várias vinícolas espalhadas pelas cidades ao redor de Cape Town, umas ao lado das outras. Os vinhos, de alta qualidade e preços justos e atrativos, são um parque de diversões para enófilos como nós. Um país que tem como uva símbolo a polêmica Pinotage, certamente impressionou, como vocês verão nos próximos posts.

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A série de posts começa com esta visão geral. Ao longo das próximas semanas, vocês conhecerão melhor as vinícolas que visitamos e a experiência em cada uma delas:

Em Constantia:

– Groot Constantia

– Eagles Nest

– Beau Constantia

Em Stelenbosch:

– Longridge

– Merlust

– Tokara

– Delaire Groff

– Keine Zalze

– Warwick

– Jordan

Em Franschhoek:

– Anthonij Rupert

– La Motte

– Chamonix

Em Paarl:

– KWV

– Nederburg

– Glen Carlou

– Spice Route

– Fairview

Novo olhar sobre o vinho.

 

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Voltando a escrever nossas aventuras viníferas.

Pois bem, após um ano afastados, estudando e viajando, retornamos com um olhar um pouco mais realista sobre o mundo do vinho e descobrimos que há tanto a aprender e se deliciar. Portanto, sempre que for possível,  vamos compartilhar tanto o vinho como o conhecimento.

Neste último ano, participamos do  Curso de Formação de Sommeliers da ABS RS (Associação Brasileira de Sommeliers).

 

Depois de 7 meses de imersão nos conceitos vínicos, já formados como sommeliers, realizamos algumas viagens bem focadas no assunto.

Tivemos a oportunidade de visitar à Vinexpo  (Feira internacional de vinhos que acontece em Bordeaux a cada 2 anos) com um grupo de sommeliers, visita organizada pela agência Bem Vino que tem um olhar bem diferenciado para o mundo do vinho.

Sobre Vinexpo e Bordeaux falaremos em um próximo post.

No momento estamos de malas prontas para uma imersão na África do Sul, juntando um intercâmbio de inglês ao mar de vinícolas sul africanas.

O assunto já nos faz salivar.  Estamos ansisosos para provar  essas delícias em  cenários encantadores.

Até o próximo post.

Portugal Alentejo- Herdade do Esporão

 

Saímos de Lisboa pela manhã em direção a bela cidade de Évora (cerca de 1h e 30min) e após nos hospedarmos no Évora Hotel, seguimos por mais 45 Km na direção da Vinícola Herdade do Esporão que fica na vila Reguengos de Monsaraz (cerca de 30 km da fronteira com a Espanha).  Sabe o que é reservar uma visitação numa vinícola e receber em troca uma experiência de cerca de 5 horas  de prazer e aprendizado? Pois esse é o resumo da nossa aventura enológica na “Herdade do Esporão”.

Visitação à propriedade e à cave, seguida de almoço em verdadeiro estilo slow food, iniciando com a degustação dos azeites e pães ali produzidos. O almoço foi impecável, com harmonização dos maravilhosos rótulos da Herdade.

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Degustamos vários vinhos, desde o “Monte Velho”, “Quatro Castas”, “Reserva”, “Touriga Nacional”, e em especial o “Esporão Private Selection”, um assemblage das cepas Sirah, Alicante Bouchet, Aragonês e conforme o ano,  Petit verdot. O “Esporão Private Selection” estagia em barricas de carvalho por 18 meses e o vinho  recebe excelentes avaliações dos críticos portugueses e internacionais em todas as safras.

O Alentejo merece uma atenção especial se você está indo rumo ao leste de Lisboa (além do rio Tejo = Alentejo), seja pelas belíssimas paisagens, acervo histórico riquíssimo ou visitação a propriedades produtoras de oliveiras, mas sobretudo pela grande concentração de produtores de vinhos de altíssima qualidade.

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Évora foi uma cidade importante no período romano. Toda murada, mantem o seu centro histórico bem preservado. Encantador é o Templo romano de Diana nos remetendo à antiguidade, assim como a perturbadora capela dos ossos com a placa de boas-vindas que diz:

“Nós ossos que aqui estamos pelos vossos esperamos”.

Faz pensar na transitoriedade da vida.

Mais um motivo para bebermos bons vinhos, que a região tem em profusão.

Saúde.

Veja também: VINHOS DA REGIÃO DA BAIRRADA – PORTUGAL 1

10 Vinhos Portugueses Premiados

Até o próximo post.